ATLETIBA: Prejuízo causado por briga de torcidas em ônibus e terminais é avaliado em R$ 38 mil (assista o vídeo)

12 Fev 2019 Fonte: Tribunapr Esportes
Prejuízo causado por briga de torcidas em ônibus e terminais é avaliado em R$ 38 mil

Prejuízo causado por briga de torcidas em ônibus e terminais é avaliado em R$ 38 mil

Em relatório entregue nesta segunda-feira (11) à Delegacia de Atendimento de Futebol e Eventos (Demafe), a Urbs avaliou em R$ 38 mil o prejuízo causado por brigas de torcidas em ônibus e terminais no primeiro Atletiba do ano, no último dia 30 de janeiro.

Ainda de acordo com a Urbs, os terminais registram o prejuízo maior, de R$ 37.465,43. O restante é o custo dos vidros quebrados nos ônibus. O valor daria para comprar 8.815 passagens de ônibus e é o mesmo que a Urbs aplicou para consertar o telhado do Terminal Boqueirão, por exemplo.

O quebra-quebra ocorreu entre 21h e 22h30 da quarta-feira, 30 de janeiro, dia do jogo entre o Athletico e o Coritiba. No relatório da Urbs constam avarias nos terminais Pinheirinho, Boa Vista, Cabral, Capão da Imbuia, Guadalupe, Santa Cândida e Vila Oficinas.

Detalhamento dos prejuízos

Além dos terminais, quatro ônibus foram alvos de quebradeira. “Foi feito uma avaliação mais aprofundada de imagens e também de a identificação de alguns torcedores e tudo isso foi entregue para a Demafe dar prosseguimento à investigação”, disse o presidente da Urbs, Ogeny Pedro Maia Neto.

O terminal do Pinheirinho foi o mais danificado. Nos banheiros, 40 itens foram alvos de vandalismo, entre vasos sanitários, torneiras, válvulas de descargas. No mesmo terminal, os vândalos também quebraram uma catraca de embarque de passageiros.

Os ônibus danificados eram das linhas Santa Cândida/Capão Raso, Inter 2, Interbairros III e Fazendinha. Os veículos tiveram janelas e vidros quebrados, mangueiras de portas arrancadas e elevador de acessibilidade danificado. “Nosso próximo passo é entrar com uma ação contra os clubes e torcidas organizada para pedir ressarcimento desse prejuízo que não pode ser bancado por quem paga a tarifa”, disse Maia Neto.


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