A colheita mais tardia da soja, aliada às condições climáticas registradas no Paraná, tem exigido maior atenção dos produtores no manejo das lavouras de milho, especialmente na região de Palotina, onde a segunda safra já avança em diversas propriedades.
Segundo Gylson Gysley Garcia, supervisor agronômico da C.Vale, o cenário atual pode favorecer o surgimento de pragas e doenças, tornando fundamental o monitoramento frequente das áreas cultivadas.
Monitoramento é fundamental
De acordo com o agrônomo, acompanhar de perto o desenvolvimento das plantas permite identificar possíveis problemas logo no início, possibilitando uma ação mais rápida e eficiente por parte do produtor.
O especialista ressalta que o monitoramento constante das lavouras é uma das principais estratégias para evitar prejuízos e garantir o bom desenvolvimento da cultura.
Principais ameaças à lavoura
Entre os principais desafios neste período estão a lagarta-do-cartucho, considerada uma das pragas mais agressivas do milho, e a mancha de bipolares, doença que pode afetar o crescimento das plantas e reduzir o potencial produtivo da lavoura.
Uso correto das ferramentas de controle
Garcia também destaca a importância do uso adequado das ferramentas de controle, como o manejo integrado de pragas e doenças, a escolha correta dos produtos e a aplicação no momento ideal.
A recomendação aos produtores da região é manter atenção redobrada nas lavouras, especialmente neste período em que as condições climáticas podem favorecer o avanço de pragas e doenças.
Fonte: Portal Palotina


