Três Caminhonetes são furtadas nas últimas 24 horas, em Umuarama

Por volta das 02hs10min, madrugada desta segunda-feira 05/01, a Polícia Militar registrou o furto de uma caminhonete, Toyota/Hilux de cor prata, ano 2022.

A vítima, um homem de 51 anos, relatou que estacionou seu veículo em frente a sua residência, no Jardim Alphaville, e ao amanhecer o mesmo não se encontrava no local.

Segundo imagens de câmeras de segurança, um indivíduo acessou o veículo estacionado em via pública por volta das 02h10 e deixou o local minutos depois.

As equipes de segurança da região foram alertadas e a vítima recebeu as orientações legais para o prosseguimento das investigações.

FURTO DE VEÍCULO II

Já por volta das 06hs00min, a Polícia Militar atendeu mais uma ocorrência de furto de veículo na Avenida Brasil, área central de Umuarama.

A vítima, um homem de 39 anos, relatou que estacionou sua caminhonete, Toyota Hilux de cor prata, ano 2022, em frente ao prédio na noite anterior, constatando a ausência do veículo por volta das 06h00 de hoje.

Além do automóvel, foram subtraídos diversos pertences que estavam em seu interior.

A Polícia Militar orientou a vítima quanto aos procedimentos legais e as imagens do sistema de segurança do edifício serão analisadas para auxiliar na identificação dos autores.

FURTO DE VEÍCULO III:

Ás 21hs00min, a Polícia Militar registrou o furto de uma caminhonete, VW/Amarok de cor prata,

Ano 2012, ocorrido na Avenida Amapá, proximidades da Praça Sete de Setembro.

O proprietário, um homem de 56 anos, relatou que estacionou o veículo em via pública por volta das 18h e, ao retornar às 21h, constatou que o automóvel havia sido levado.

Segundo a vítima, o veículo transportava diversas ferramentas de construção civil no momento do crime.

Assim de imediato as informações foram repassadas para a rede policial, sendo realizadas diligências por toda a região, mas o veículo ainda não foi localizado.

O boletim de ocorrência foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para investigação e demais medidas cabíveis.

Por: Edivaldo Domingos

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