CASO DANIEL: Fora da prisão, Allana Brittes dispara contra Daniel: ‘ele quem procurou’

Após sair da cadeia, Allana deu entrevista para uma rede de TV, contou o que viu do crime e disparou contra o jogador assassinado: “Foi ele quem procurou tudo isso”

Após ficar presa por cerca de nove meses, Allana Brittes, filha de Edison Brittes, conseguiu sair da prisão em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, na última quarta-feira (7), e aproveitou para defender o pai, réu confesso da morte do jogador Daniel. Segundo a mulher, ela não teve participação no crime e ainda acusou a vítima de ter ‘procurado’ a situação.

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Em entrevista ao SBT, Allana revela que se envolveu na situação para proteger o pai – ela é acusada de coação de testemunhas, fraude processual e corrupção de menores, já que ajudou na limpeza do local do crime e no convencimento de testemunhas, uma delas menor de idade. “Naquele momento, eu precisava proteger meu pai. Enquanto ele não se entregasse, eu precisava protege-lo”, disse.

+ Caso Brittes será retomado nessa terça com depoimento de Edison

A mulher, que completou 18 anos na data do crime, contou também o que viu no dia do crime. “Daniel entrou no quarto sem ser convidado. Quando eu entrei, vi meu pai segurando pelo pescoço, em cima da cama, e o meu pai me disse: ele estava na minha cama, tentando estuprar a sua mãe”.

Allana deve prestar depoimento nos próximos dias, já que as audiências de instrução do processo recomeçam nessa terça-feira no Fórum de São José dos Pinhais, também na região metropolitana.

Quais são as acusações dos outros envolvidos na morte do jogador Daniel?

– Edison Brittes: homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor e coação no curso do processo;

– Cristiana Brittes: homicídio qualificado por motivo torpe, coação do curso de processo, fraude processual e corrupção de menor;

– Allana Brittes: coação do curso de processo, fraude processual e corrupção de menor;

– David Willian da Silva: homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de menor e denunciação caluniosa;

– Eduardo da Silva: homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor;

– Ygor King: homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor;

– Evellyn Brisola Perusso (responde em liberdade): denunciação caluniosa, fraude processual, corrupção de menor e falso testemunho.

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