A forte explosão em uma região portuária de Beirute (foto em destaque), no Líbano, na tarde dessa terça-feira (4/8), deixou ao menos 135 mortos e 5 mil feridos. A principal suspeita é que a explosão tenha partido de um armazém que guardava nitrato de amônio, um tipo de fertilizante. A substância é a mesma que seria usada por Henrique Almeida Soares, 19 anos, preso após ameaçar “fazer um massacre” em um show de funk no Setor Comercial Sul, em 29 de fevereiro.
O jovem teve a prisão preventiva decretada pela Justiça do DF em 1º de março. Ele foi preso em flagrante pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) horas antes do crime. Na residência do jovem, a corporação encontrou bombas e livros com incitação ao ódio, além de máscaras e dinheiro em espécie.
Foi preciso desarmar a bomba produzida pelo rapaz. Henrique planejava, ainda, a explosão de um carro-bomba e a execução de sobreviventes com arma de fogo no evento. A polícia apreendeu 5 quilos de nitrato de amônio e 1 quilo de nitrato de potássio, que poderiam ser usados para produção de outro artefato.
“O material era suficiente para derrubar uma casa. Ele tinha muito poder de fogo”, destacou, à época, o chefe da DRCC, Giancarlos Zuliani Júnior. Para os policiais, não há dúvidas de que ocorreria uma grave destruição na capital. Veja, abaixo, imagens do material apreendido com o suspeito à época.
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Nitrato de amônio é suspeito de provocar explosão em BeirutePCDF/Divulgação

Na residência do jovem, a corporação encontrou bombas e livros com incitação ao ódio, além de máscaras e dinheiro em espéciePCDF/Divulgação

A polícia apreendeu 5 quilos de nitrato de amônia e 1 quilo de nitrato de potássioPCDF/Divulgação

Jovem foi preso após ameaçar “fazer um massacre” em um show de funk na capitalPCDF/Divulgação

Nitrato de amônio é suspeito de provocar explosão em BeirutePCDF/Divulgação


