O que esperar do mercado imobiliário em 2021?

Sem dúvidas, 2020 foi marcado pela pandemia e suas consequências. Diferente da maioria dos setores, o mercado imobiliário cresceu mesmo em uma crise provocada pelo novo coronavírus.

Sem dúvidas, 2020 foi marcado pela pandemia e suas consequências. Diferente da maioria dos setores, o mercado imobiliário cresceu mesmo em uma crise provocada pelo novo coronavírus. Mas como ficarão as vendas de apartamentos na planta, prontos e outros imóveis em 2021?

Antes de apontar as tendências para o ano que se inicia, é preciso analisar os indicadores do mercado imobiliário em tempos de pandemia. O isolamento social gerou mudanças no comportamento dos brasileiros e na economia.

Mercado imobiliário em 2020

Em 2019, o mercado imobiliário já estava em ritmo de crescimento, o que fez os investidores e compradores esperarem ansiosamente pelo ano de 2020. A pandemia impactou o negócio dos apartamentos à venda em São Paulo e em todo o país, mas depois de alguns meses, o setor começou a apresentar excelentes sinais de recuperação.

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Segundo o balanço mensal da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), houve um aumento de 58% nas vendas de novas unidades habitacionais em julho, em comparação ao mesmo mês no ano passado.

Mas os dados positivos para o setor não param por aí. A venda de apartamentos em São Paulo SP e outros imóveis aumentou 19,2% em setembro de 2020 em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com dados do Sindicato da Habitação (Secovi-SP).

 

Mas e 2021?

Agora que já analisamos o panorama do setor imobiliário em 2020, quais são as expectativas para o próximo ano? A compra de casas, apartamentos studio e outros imóveis continuará em alta? O setor imobiliário projeta manter a expansão em 2021.

Um dos motivos é que especialistas apontam que a taxa básica de juros deve permancer baixa. Em 2020, a taxa Selic atingiu o menor patamar, contribuindo com quem desejava comprar apartamentos em São Paulo e em outras regiões.

A Associação Brasileiras de Incorporadoras Imobiliárias fez um estudo com presidentes e diretores de 38 grandes empresas desse mercado no final de setembro. Os dados dizem que 97% das empresas vão lançar projetos de empreendimentos nos próximos 12 meses.

A pandemia obrigou os brasileiros a permanecerem mais tempo em casa, o que causou a mudança da relação entre a família e o lar. Por isso, especialistas indicam mudanças nas preferências na hora de escolher apartamentos prontos para morar Centro de São Paulo, apartamento na República ou em outras regiões.

Tamanho do imóvel de acordo com a necessidade

O tamanho do imóvel faz diferença para o conforto dos moradores, mas as famílias passaram a entender que a melhor metragem é aquela que atende as necessidades. Um apartamento studio em São Paulo, por exemplo, traz a facilidade e rapidez na limpeza e organização, sendo um imóvel ótimo para um casal ou pessoas que moram sozinhas.

Já uma família maior precisa de ambientes espaçosos para realizar as tarefas com conforto. Ou seja, cada comprador terá as suas preferências.

 

Home office

Para evitar o contágio da doença, as empresas adotaram o regime de home office. De acordo com a pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, o home office deverá crescer cerca de 30% após o fim da pandemia. Por isso, muitos já começaram a procurar apartamentos na planta que tenham espaços para trabalhar com tranquilidade.

 

 

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