O início da partida do Atlético contra o Fluminense, na tarde de domingo, no Mineirão, assustou os torcedores. O Galo teve bastante dificuldade para sair do campo de defesa e acabou levando um gol aos 13 minutos. Mas foi só um teste para o coração atleticano.
Após o gol de Manoel, antes dos 15 minutos, entrou em cena uma força extra do Atlético e que vem de fora das quatro linhas: a torcida. O Fluminense ainda comemorava o gol, quando os 59.896 presentes no Mineirão empurraram o time.
A Voz da Torcida – Markin: “Mais que um título. Um acerto de contas”
O Atlético acordou, conseguiu crescer e ocupar o campo de ataque. O empate veio depois de um pênalti marcado após revisão do VAR. O árbitro entendeu que a bola bateu na mão de Marlon dentro da área e apitou a penalidade. Hulk, sempre ele, não desperdiçou.
São 10 pênaltis convertidos de 12 batidos na temporada. Eficiência que também aumenta a artilharia do jogador na temporada e no Brasileiro. O segundo do Atlético também veio dos pés do artilheiro, de falta, no segundo tempo. A bola desvia na barreira e acaba dentro do gol. Hulk chegou a 32 gols na temporada, sendo 17 no Brasileiro.
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Hulk comemora gol pelo Atlético-MG — Foto: Pedro Souza
Ao fim da partida, aquela força extra que ajudou na virada estando do lado de fora do campo pode, enfim, extravasar e soltar um grito que estava entalado na garganta há 50 anos: “É campeão”. A plenos pulmões, torcedores viram pela primeira vez os jogadores e comissão técnica pela primeira vez comemorar.
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Matematicamente, o Galo ainda não é campeão, mas dificilmente não sacramenta “título” nesta semana. Seja com possível tropeço do Flamengo na terça, ou vitória do alvinegro, na quinta, contra o Bahia.


