Sabemos que a compostagem pode ser considerada uma espécie de “reciclagem” do lixo orgânico, mas sendo um processo natural, no qual micro-organismos degradam a matéria orgânica e a transformam em adubo.
É um processo simples, higiênico e barato, que pode ser feito até mesmo dentro de casa.
A compostagem pode ser de origem urbana, doméstica, industrial, agrícola ou florestal, e ela tem inúmeras vantagens.
Quando convertemos resíduos orgânicos num fertilizante natural, podemos enriquecer o solo, melhorar a saúde das plantas e reduzir a erosão.
Podemos dizer, com toda certeza, que a compostagem é uma forma de aplicar a sustentabilidade no nosso dia a dia, e isso não é diferente para as empresas. A compostagem industrial transforma o lodo proveniente do tratamento dos efluentes em fertilizante orgânico, fazendo com que as empresas se tornem sustentáveis e obtenham uma série de vantagens, como por exemplo segurança em relação ao descarte de resíduos, diferencial competitivo e uma imagem positiva junto ao mercado.
O conceito de compostagem industrial vai completamente de encontro com a Economia Donut, um modelo para a reconstrução econômica proposto pela economista britânica Kate Raworth em seu livro, publicado em 2019 no Brasil, pela editora Zahar, com o título: “Economia Donut: uma alternativa ao crescimento econômico”.
Na obra, sua proposta para reverter a crise financeira permanente, a desigualdade social e a pressão sobre o meio ambiente é um sistema no qual as necessidades de todos serão satisfeitas, porém sem esgotar os recursos do planeta. Uma maneira sustentável de crescimento.
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