Paraná: Amiga de motorista de app achada morta em porta-malas e marido são presos

A Policia Civil realizou ontem (28) a prisão de um casal, suspeito de envolvimento no assassinato da motorista de aplicativo encontrada morta no porta malas do seu próprio carro.

A Policia Civil realizou ontem (28) a prisão de um casal, suspeito de envolvimento no assassinato da motorista de aplicativo encontrada morta no porta malas do seu próprio carro.

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O crime ocorreu em Fevereiro em Curitiba, seguia sendo investigado pela Policia Civil e após as investigações e com auxílio de imagens de câmeras de monitoramento foi possível identificar as roupas utilizadas pelo rapaz que abandou o veículo da vítima.

O rapaz é marido de uma amiga da vítima.

"A investigada é amiga da vítima e várias circunstâncias nos fizeram chegar até ela. Conseguimos arranjar elementos de que o marido trabalha em uma empresa que tinha roupas análogas ao homem visto nas câmeras de segurança e abandonando o veículo da vítima. Fizemos a ligação entre os dois e houve a representação da prisão temporária. A versão dos dois é contraditória. O que parecia uma amizade verdadeira, hoje se encaminha muito mais para um homicídio", diz o delegado Victor Menezes, da Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa.

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O delegado afirmou que ainda não foi possível identificar a motivação do crime.

"O inquérito ainda não acabou e ainda é precipitado afirmar que os dois são culpados. No presente momento, temos muitas informações que colocam a investigada como culpada. Verificamos que a maior probabilidade do corte encontrado no pulso de Michelle foi feito após a morte, ou seja, ficou claro que houve uma simulação desse suicídio. Alguém queria esconder o crime, já que o local também foi modificado", afirma o delegado.

Os detidos foram encaminhados para a Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa, onde foram interrogados. Eles negaram a autoria.

"Ambos se manifestaram durante o interrogatório e negaram a autoria. Ainda precisamos ter acesso ao material das investigações e depois fazer a nossa manifestação. Ainda é muito prematuro. Desde o início eles negam a autoria do fato", diz o advogado dos suspeitos, Ryan Antunes.

 

Com informações de Lorena Pelanda

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