No estado do Rio Grande do Sul, os compradores buscam por milho argentino, sendo vistos negócios em Passo Fundo a R$ 97,00. “Para o restante do estado, um movimento calmo neste fechamento de semana, e apenas um negócio nos foi reportado, na região de Passo Fundo: foram 600 toneladas com pagamento antecipado, a R$ 97,00 no FOB. Ademais, indicações CIF Marau sobem para R$ 98,00 (+ R$ 2,00 por saca); Arroio do Meio a R$ 97,00 no junho e Tapejara R$ 98,00 no maio. Vendedores com lotes a R$ 100,00 em grande parte do estado”, comenta.
Em Santa Catarina a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Epagri) aponta que preços médios pagos ao produtor são os maiores em oito anos. “A média de preços em março foi de R$ 80,61. Entre quatro estados, segundo o mesmo, este é o maior preço pago, sendo que Paraná apresenta o preço de R$ 79,79; Mato Grosso do Sul R$ 73,96; e Mato Grosso R$ 69,78 a saca. Na comercialização, um ritmo lento nesta sexta, com poucos lotes sendo oferecidos aos compradores”, completa.
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No Norte do estado do Paraná estão sendo feitos negócios a R$ 101,00 e Campos Gerais tem ofertas entre R$ 100,00 a R$ 105,00. “Próximo a Londrina, 2 mil toneladas foram negociadas a R$101,00 colocado em uma fábrica. Nos Campos Gerais, ao menos 2 mil toneladas saíram a R$ 100,00 no FOB, com entrega imediata. No sudoeste, menores volumes – entre 200 a 600 toneladas – saíram a R$ 99,00. Nas ofertas, Campos Gerais com 10 mil toneladas a R$ 105,00, e cooperativas do norte com vários lotes a R$ 103,00. Nas indicações, fábricas próximas a Ponta Grossa a R$ 97,00 para imediato e R$ 98,00 para entrega maio com vencimento em junho”, conclui.


