A quinta-feira (11) começa com os preços futuros do milho recuando na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 58,80 e R$ 63,20 por volta das 10h07 (horário de Brasília).
O vencimento maio/23 era cotado à R$ 59,15 com alta de 0,08%, o julho/23 valia R$ 58,80 com queda de 0,59%, o setembro/23 era negociado por R$ 60,93 com baixa de 0,44% e o novembro/23 tinha valor de R$ 63,20 com perda de 0,63%.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) também abriu o penúltimo dia da semana contabilizando movimentações negativas para os preços internacionais do milho futuro, com exceção do primeiro vencimento que se ajustava nos últimos dias de validade.
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Por volta das 09h44 (horário de Brasília), o vencimento maio/23 era cotado à US$ 6,48 com elevação de 2,50 pontos, o julho/23 valia US$ 5,90 com queda de 4,00 pontos, o setembro/23 era negociado por US$ 5,18 com perda de 4,25 pontos e o dezembro/23 tinha valor de US$ 5,16 com baixa de 4,50 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, esta manhã, os mercados estão se preparando para o relatório WASDE de oferta e demanda de amanhã do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que apresentará o primeiro olhar dos economistas do USDA sobre as estimativas globais de produção e uso de 2023/24.
“Os mercados de milho caíram durante a noite, já que os ritmos de plantio rápido nos EUA aumentam as chances de mais acres e melhoraram os rendimentos em relação ao ano passado. As chuvas de hoje no Meio-Oeste e nas Planícies serão altamente favoráveis para solos ressecados e novas mudas e devem encorajar o desenvolvimento da cultura”, destaca a analista da Farm Futures, Jacqueline Holland.
Por: Guilherme Dorigatti


