Uma vitória construída com estratégia diferente dos três clássicos anteriores contra o Corinthians no ano. Na quinta-feira, em vez de só tentar anular o rival (que o Palmeiras não vencia desde setembro de 2018), incluindo o lado direito do ataque adversário, Luxemburgo tentou destruir e produzir ao mesmo tempo.
Ao contrário do que fez nos dois jogos da decisão estadual, quando incumbiu o meio-campista Zé Rafael de parar Fagner, o treinador apostou na velocidade e na habilidade do atacante Wesley para atormentar o bom lateral-direito corintiano. E foi numa virada por ali que o placar foi aberto, aos 42 minutos do primeiro tempo, em pênalti convertido por Luiz Adriano.
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Wesley passa nas costas da zaga e também de Fagner para ficar cara a cara com Cássio — Foto: Reprodução

Pênalti para o Palmeiras! Lucas Lima chuta e Fagner coloca a mão na bola, aos 40 do 1º tempo
Ao receber nas costas de Fagner, Wesley chutou em cima do goleiro Cássio. No rebote, Lucas Lima finalizou, o lateral levou o braço à bola e recebeu cartão vermelho.
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O gol e a expulsão deixaram o jogo mais fácil para o Palmeiras, que já era minimamente superior no 11 contra 11. No segundo tempo, ao gastar as cinco substituições – o que só Luxemburgo fez em todas as rodadas do campeonato –, o Palmeiras foi senhor do jogo e ainda teve na estrela de Gabriel Veron o segundo e definitivo gol.
Confiante, invicto e com um jogo no Allianz Parque no domingo (contra o Sport, que vem de derrota para o Fortaleza), o Palmeiras tem tudo para virar a chave de vez.



